
Depois de um delicioso breakfest,(feito pela “dona da pensão”), fui para mais uma jornada de trabalho e me deparo no caminho, em plena BR 040, com o ônibus (foto Alex Bawer) do time do Goiás (que estava indo para o estádio Bezerrão fazer o reconhecimento de campo).
Fato é que o valor do ingresso inicialmente R$ 400,00 (e depois com intervenção do Governo do Distrito Federal - que isentou de impostos e aluguel, bem como do PROCON e do Ministério Público), o mesmo passou para R$ 150,00 a inteira.
Ao ser questionado pela mídia, o Senhor Edmo Pinheiro, Vice Presidente do time não achou o valor abusivo (mesmo quando foi lembrado que no jogo do São Paulo X Fluminense no Morumbi, o mesmo saiu por singelos R$ 20,00), e ainda soltou: " se estava caro, qual o sentido de os ingressos já estarem se esgotando?".
Perguntas não respondidas pelo cartola alviverde, o que é uma vergonha para nós brasileiros e ficando bem explícito que o torcedor, que é mola propulsora de qualquer time, não tem a menor importância para os dirigentes do nosso futebol.

O zagueiro Rodrigo (foto o Estadão) do próprio São Paulo, disse que não pagaria tão caro para assistir a uma partida de futebol. "Lógico que é uma paixão nacional, mas o torcedor tem que pensar que R$ 400 é muito e dá para alimentar uma família, ou até mais”, com tal atitude percebi que o único em ter total discernimento da atual realidade da maioria dos brasileiros.
Os ingressos “vendem como água”, o que é um fato para reflexão, pois as pessoas vivem reclamando de políticas financeiras, contudo pagam ingressos (que mais parece assaltado a mão desarmada) e um grande detalhe, passam quase dez horas nas filas para adquirirem os mesmos.
Seguirei o conselho do atleta do São Paulo, mas verei o jogo do meu Mengão que luta por uma vaga na Libertadores.
Boa sorte á todos...
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